Vila Nova da Barquinha recebe cerca de 200 escuteiros no dia de BP

24 de Março, 2026 | Região, Secções |
No dia 22 de fevereiro, cerca de 200 escuteiros reuniram-se para participar em distintas atividades: a formação do Escutismo: Movimento Seguro para o 12º PIF, a formação de Sustentabilidade, a formação da Proteção Civil, a Apresentação dos Relatórios do Estágio do 11ºPIF, a Reunião de Chefes de Agrupamento e o Encontro Regional de Guias.

O Encontro Regional de Guias (ERGUI) trouxe para cima da mesa o tema da Saúde Mental, discutido por todas as secções.
Para os mais novos, a explicação da temática foi feita através do “Jogo da Confiança” e das personagens Alegria, Raiva e Repulsa do filme Divertida-mente. Os 19 Lobitos presentes foram convidados a partilhar com qual das personagens se identificavam mais, porquê e quando, a identificar as diferentes emoções e a aprender como lidar com os “sherkans” – as emoções negativas. No fim do dia, as guias eleitas foram as Lobitas Marta Bôto (44 – Tomar) e Eduarda Ferreira (1213 – São João da Ribeira). Francisca Dias (403 – Rio Maior) foi eleita suplente.

A II secção motivou os Exploradores a encenar situações em que sentimentos como a raiva, a ansiedade, a repulsa, a vergonha e o medo estavam presentes. “Foi interessante ver como se identificavam com muitas delas, mesmo fora das atividades escutistas”, observou a chefe responsável pela Base Regional, Rita Gomes. “Mais importante foi perceberem que podemos e devemos pedir ajuda sempre que sentimos que algo não está bem. Não deve, nem pode, ser encarado como um ato de fraqueza”. Munidas com esta aprendizagem, as guias eleitas foram Mariana Trindade (404 – Almeirim) e Sofia Azevedo (1139 – Golegã).

Caso não possam estar presentes no Encontro Nacional de Guias, serão representadas pelas Exploradoras Mariana Oliveira (1040 – Vale Figueira) e Joana Coelho (1272 – Lapas).

No Abrigo Regional, o “bicho papão” da Saúde Mental transformou-se num jogo de tabuleiro – designado “Jogo do Equilíbrio”. Inspirado no tradicional “Jogo da Glória”, a dinâmica teve como principal objetivo proporcionar bases sólidas de reflexão aos 16 Pioneiros presentes. O jogo foi complementado com um debate em grupo, no fim do qual foram eleitas as Pioneiras Daniela Lopes (1139 – Golegã) e Beatriz Ribeiro (542 – Entroncamento) como representantes para o Encontro Nacional de Guias e a Pioneira Maria João Pita (1120 – Cartaxo) como suplente. De acordo com a chefe Cátia Pena, responsável pelo Abrigo Regional, a avaliação dos guias foi “muito positiva”.
Por fim, na IV secção, os 14 guias presentes foram desafiados a trabalhar o tema a partir de 3 dimensões distintas: a falha, a resiliência e a ação.

Na primeira dimensão, as falhas pessoais transformaram-se em obras de arte. Os Caminheiros construíram um “museu da falha” – a partir dos materiais disponíveis, refletiram e converteram situações e acontecimentos considerados falhados numa exposição. Seguiu-se a dimensão da resiliência, posta à prova através de um percurso de obstáculos, cujas instruções só seriam fornecidas caso o Caminheiro (de olhos vendados) pedisse ativamente ajuda ao grupo. Para trabalhar a última dimensão, os guias fizeram um conjunto de regras básicas com vista a tornar os respetivos clãs num espaço seguro. Como representantes, foram eleitas Rita Moita (65 – Torres Novas) e Filipa Carvalho (68 – Salvaterra de Magos), e como suplente, Matilde Duarte (1120 – Cartaxo).

“Estes reencontros são importantes, porque os agrupamentos vêm e vêm todos juntos, daí a ideia de reunirmos o máximo de reuniões e encontros no mesmo dia”, apontou a Chefe Regional. “É um encontro acima de tudo de formação, de debate e reflexão por parte dos guias, o que é o CNE na perspetiva deles, e que futuro é que eles almejam para a associação a que pertencem”

O encontro na escola D. Maria II contou também com a participação de 135 formandos, entre as formações de Sustentabilidade, Proteção Civil, Escutismo: Movimento Seguro. Foram ainda apresentados os relatórios de estágio do 11º PIF, um momento emocionante para os candidatos a dirigente, que marca a certificação de estarem prontos para fazer a promessa.

“Temos registado cada vez uma maior adesão a este tipo de formação”, revelou o chefe David Francisco, Secretário Regional para o Desenvolvimento Pessoal Escutista. “É uma forma de os dirigentes após a promessa se manterem atualizados e terem o máximo de ferramentas possíveis para conduzirem o escutismo da melhor forma nos agrupamentos e com os jovens de hoje”.

Texto: Maria Luís Pita
Fotografias: Equipa Regional de Comunicação

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